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Baby (ANSEL ELGORT) and Bats (JAMIE FOXX) on the way to the post office job with Buddy (JON HAMM) and Darling (EIZA GONZALEZ) as cops pull up next to them in TriStar Pictures' BABY DRIVER.

Sabe quando você espera muito por um filme, mas tem medo de criar expectativas? Pois bem, foi com esse sentimento que assistir “Em Ritmo de Fuga” (ou “Baby Driver”, que é um título perfeito) à convite da Sony Pictures. Mas para a minha surpresa, meu hype foi mantido. É sim um filmão! Desses que faz qualquer fã de cinema vibrar a cada referência à Cultura Pop. Digamos que o diretor e roteirista Edgar Wright entregou um “fanservice” aos cinéfilos de carteirinha. E isso foi incrível! E antes de continuar lendo o texto, aperte o play na trilha sonora abaixo (você não vai se arrepender!!!!).

A história acompanha Baby (sim, isso mesmo, B-A-B-Y), interpretado pelo maravilhoso Ansel Elgort, um motorista de fuga que parece inofensivo com seu jeitinho inocente, mas que leva criminosos em fugas de grandes assaltos. E tudo isso com uma trilha sonora escolhida a dedo, já que ele só consegue se concentrar ouvindo música. Baby sofreu um acidente quando criança, e desde então, tem um zumbido no ouvidos que só pode ser abafado com uma boa música ligada em um de seus vários iPods. (Playlist no Spotify? Ele é da velha guarda! Tem um aparelho para cada humor, isso inclui até um rosa com glitter para músicas mais melosas).

A trilha sonora é o grande destaque desta história. A protagonista principal entre tantos astros de Hollywood. As músicas dão ritmo ao filme (e por isso o título escolhido para o Brasil não seja assim tão estranho), nos estregando um thriller de ação coreografado em seus mínimos detalhes. Ou acordes. Os grandes clássicos, em sintonia com a montagem feita em raccords (a passagem de um plano para outro através de efeitos visuais, sonoros ou de linguagem, que dão continuidade à narrativa) ajudam a contar a história de Baby. Se você, além de fã da sétima arte, também é apaixonado por música, prepare-se para ouvir canções memoráveis.

Martha and the Vandellas, Commodores, Queen, entre outros sucessos do rock e do soul fazem parte de um setlist muito bem planejado [de bônus, uma versão de “Easy” na voz doce de Sky Ferreira]. É uma homenagem à antiga relação entre o cinema e a música, da época em que as trilhas influenciavam momentos inesquecíveis na vida de tantas pessoas. Até a forma como o protagonista Baby explica seu nome é uma forma de homenagem a essa arte. Ele soletra Baby assim como Carla Thomas na clássica canção “B-A-B-Y“. É lindo de se assistir!

O título original do filme, “Baby Driver“, é também uma referência/homenagem à música de mesmo título, da dupla norte-americana de folk Simon & Garfunkel. A canção faz parte do álbum “Bridge over Troubled Water“, lançado em 1970. Demais, né?

Baby Driver

E por falar em Baby, o que dizer de uma atuação tão entregue quanto a de Ensel Elgort? Nós começamos a prestar mais atenção no ator desde sua tocante participação em “A Culpa é Das Estrelas” e, desde então, eu esperava pelo seu momento de glória no cinema. E esse momento finalmente chegou!

Em Ritmo de Fuga” tem um elenco de primeira classe, com nomes renomados como Kevin Spacey (House of Cards), Lily James (Cinderela), Jon Bernthal (The Walking Dead), Eiza Gonzalez (Um Drinque no Inferno), Jon Hamm (Mad Men) e Jamie Foxx (Sleepless), mas é o Ensel quem rouba a atenção do público do início ao fim. Ele convence no papel, que foi muito bem construído em meio a diferentes sucessos da música. Em um dos momentos mais tocantes do longa, vai ser difícil você segurar as lágrimas quando começar a tocar “Easy“, da banda The Commodores, em uma cena de Baby relembrando sua infância na companhia da mãe.

E já que falei no elenco de primeira classe, não dá para não destacar a incrível atuação de Kevin Spacey, que, mais uma vez, entrega um papel com o selo “Kevin Spacey de qualidade”. Ele interpreta o chefe de Baby, que o “convoca” para ser o piloto de fuga em seus assaltos perfeitamente planejados. Outra excelente participação é a de Lily James, que interpreta a jovem sonhadora Deborah, ou Debra, depende da música do dia. Sua química com Ensel é um dos chamativos da história, e no melhor estilo Bonnie & Clyde, os dois vivem momentos inesquecíveis em cena. Não é só mais um casal apaixonado. É um casal que te faz torcer por eles.

Baby Driver

E já que falei em Bonnie & Clyde, não posso encerrar sem antes comentar sobre as diversas referências ao cinema e à cultura pop de “Em Ritmo de Fuga“. Não é só a música que ajuda a contar essa história. Os grandes clássicos das telonas também ganham destaque na trama, como “Os Bons Companheiros” (em uma das cenas, vemos Baby trabalhar em uma pizzaria que faz clara referência ao filme estrelado por Robert DeNiro, isso sem contar outras referências e semelhanças ao clássico gângster), “Monstros S.A“, “Os Pestinhas“, “Clube da Luta“, “Blade Runner” e “Pulp Fiction“.

Em Ritmo de Fuga” é até então o melhor do filme do ano. O diretor e roteirista Edgar Wright nos entrega uma história empolgante, divertida e de encher os olhos de qualquer fã da sétima arte. Um diferente tipo de musical, que não necessariamente precisa seguir os padrões que já conhecemos. É mais do que simples entretenimento. É um compromisso em contribuir, de forma positiva, com a arte de fazer cinema. O longa traz uma originalidade entre tantos reboots e remakes. E a boa notícia antes de encerrar o texto, é que o estúdio já está de olho em uma continuação. E confiando no trabalho de Edgar, sabemos que se ele topar, é porque tem uma boa ideia para dar continuidade a essa história.

Fique ligado: o filme estreia no dia 27 de julho! Let’s rock, baby.

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Lembra quando falei sobre “Orgulho e Preconceito e Zumbisaqui no blog? Para você, que assim como eu, está morrendo de ansiedade para conferir essa adaptação, foi lançado ontem (no Dia de Ação de Graças lá nos EUA) um novo trailer. De quebra, temos novos pôsteres, que já posso adiantar que estão ótimos.

A ideia de colocar zumbis em um romance tradicional, ou melhor, um dos mais famosos da literatura mundial, sempre vai causar um certo espanto, não é? De uns anos pra cá, os zumbis ficaram tão populares que começaram a afastar a audiência saturada com tantas histórias envolvendo os mortos-vivos. Séries de TV, inúmeros filmes (alguns bons e outros bem ruins), games, quadrinhos e por aí vai… Porém, com esse longa parece que a coisa é diferente. Os materiais que estão sendo lançados pela Lionsgate estão incríveis (sério, muito instigantes e divertidos), dando aquele gostinho especial e até nos fazendo mudar de ideia em relação ao nosso “preconceito zumbi“.

Assista ao novo trailer:

QUE.TRAILER.BIZARRO!!!!

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Mais alguém ficou arrepiado quando essa mãe-zumbi surgiu do nada no trailer? Bizarro!

Não tem como não falar sobre as mulheres, que pelo que vimos até agora, se mostraram poderosas e incríveis, as grandes protagonistas do filme. Se analisarmos, a história é ambientada no século XIX, período no qual as mulheres não tinham os mesmos direitos que hoje. O poder girl-power em uma trama de época é sempre maravilhoso! Por falar no século passado, esse clima nostálgico parece render bastante para uma trama de zumbis. Algo inusitado e diferente! O que vocês acham?

Veja os novos pôsteres:

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Um surto de zumbis se alastra em meio a relações de diferentes classes sociais no século 19, na Inglaterra. Feisty Elizabeth Bennet (Lily James) é uma mestre de artes marciais e armas e o belo Mr. Darcy (Sam Reilly) é um assassino zumbi feroz, mas o epítome do preconceito de classe superior. À medida que o surto de zumbis se intensifica, eles devem engolir seu orgulho e unir forças no campo de batalha encharcada de sangue.

Escrito e dirigido por Burr Steers, “Orgulho e Preconceito e Zumbis” é baseado no livro de Seth Grahame-Smith e estrelado por Lily James, Sam Riley,Jack Huston, Bella Heathcote, Douglas Booth, Matt Smith, Charles Dance e Lena Headey.

O longa estreia dia 5 de fevereiro de 2016 nos Estados Unidos, pegando carona no clima “romântico” do Dia dos Namorados. Será que vai atrair os casais apaixonados às salas de cinemas? Vamos aguardar pra ver!

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Desde o anúncio oficial do filme “Orgulho e Preconceito e Zumbis“, pouca gente vem colocando fé nesta adaptação. Não pela história em si, mas pela dificuldade em tornar o projeto realidade. A produção foi anunciada logo depois do lançamento do livro homônimo, escrito por Seth Grahame-Smith, e está demorando tanto que virou quase uma lenda urbana!

Não sei se vocês sabem, mas a produção vem se arrastando por muitos anos e a equipe já passou por diversas mudanças. Pra começo de história, Natalie Portman seria a protagonista Elizabeth Bennet e também a produtora executiva. A direção e o roteiro ficaria por conta de ninguém menos que David. O Russell (que desde então vem colecionando trabalhos indicados ao Oscar). Esses planos deram certo? Não! Por motivos de divergências contratuais e principalmente financeiras, eles não conseguiram entrar em um acordo com a Lionsgate, dona dos direitos de adaptação.

Algum tempo (ou muito tempo depois), Burr Steers assumiu o cargo de diretor. Motivo para confiar que o projeto tornaria-se realidade? Em partes! Até porque as filmagens começaram tempos depois do anúncio oficial, mais precisamente em agosto do ano passado, e desde então tínhamos visto apenas algumas imagens do elenco. Mas hoje, 9 de outubro de 2015, finalmente temos o primeiro trailer, juntamente com um pôster super legal. É, meus amigos. Parece que dessa vez vai dar certo, e enfim, conheceremos essa versão nada convencional do clássico romântico de Jane Austen.

Assista:

Veja o pôster:

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Reconheceu a nova Elizabeth? Sim, é a Cinderela, interpretada por Lily James, em uma versão chutadora de bundas de zumbis. O mais legal é que essa história se passa em uma época semelhante ao que vimos no clássico da Disney e dá até pra imaginar a princesa em uma situação como essa. Mas voltando ao que interessa, será que a Lily conseguirá repetir o mesmo sucesso de Keira Knightley, que interpretou brilhantemente a personagem na versão oficial? Detalhe: ela até concorreu ao Oscar de Melhor Atriz. Sabemos que é uma versão bem diferente e totalmente descompromissada, mas as comparações são inevitáveis.

A história é bem semelhante ao que vimos no filme lançado em 2005, mas nessa versão, uma peste invade o sul da Inglaterra, criando os zumbis que serão bravamente caçados por mulheres que aparentemente não são nada indefesas. Já adorei tudo isso!

No filme também temos Sam Riley, no papel de Sr. Darcy, Matt Smith, Bella Heathcote, Jack Huston, Douglas Booth e Charles Dance e Lena Headey. Bem legal, né?

Orgulho e Preconceito e Zumbis” estreia dia 5 de fevereiro nos EUA. Aqui no Brasil ainda não há data marcada, mas espero que seja o mais breve possível, né? O que você achou do trailer? Deixe sua opinião! :)