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Não dá para salvar o mundo sozinho. Um lema que também se aplica ao universo da DC Comics no cinema. Depois de fracassar com “Batman Vs. Superman: A Origem da Justiça” e perceber o quanto “Mulher-Maravilha” se diverge dos filmes anteriores do estúdio e agrada tanto à critica quanto ao público, o diretor Zack Snyder pareceu entender que estava na hora de mudar as regras do jogo em “Liga da Justiça“. Mesmo que quase tarde demais.

E para isso, ele não trabalhou sozinho. Contou com a ajuda do já experiente Joss Whedon, que de acordo com declarações do produtor Charles Roven, regravou cerca de 20% do longa. Não dá para salvar uma franquia sem contar com uma ajudinha, né? E neste caso, fez toda a diferença!

Liga da Justiça” é mais um acerto da DC Comics, mas nem de longe o resultado é tão consistente quanto “Mulher-Maravilha”, lançado em junho deste ano. A primeira parte da projeção acaba incomodando por seu ritmo mais acelerado e sua aparente bagunça ao introduzir os novos integrantes do time de super-heróis. Ao optar pela estratégia de lançar o filme da Liga antes de apresentar o Flash, o Aquaman e o Ciborgue ao grande público, Znyder aceitou o risco de parecer apressado demais ao contar a história de cada um deles. Sem o apoio de uma boa edição, definitivamente foi um dos grandes erros do longa.

O vilão também surge de forma apressada, sem muitos rodeios e até mesmo explicação plausível. Enquanto ainda conhecemos os novos heróis, o Lobo da Estepe já reunia seu exército de “insetos” estranhos e mal feitos para recuperar as caixas maternas. O mundo sem o Superman, que até então continua morto e enterrado, fica mais suscetível aos ataques do Lobo e seus aliados, que são atraídos pelo medo da população desamparada.

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Quando a Liga da Justiça finalmente entra em ação, podemos conhecer melhor os novos personagens e reencontrar outros rostos já conhecidos. Bruce está mais Bruce do que nunca e até mais engraçado. Por incrível que pareça, ele também é um dos responsáveis pelo alívio cômico. E pela situação inusitada, já que sempre o vimos como uma figura mais séria, acaba tornando-se realmente engraçado. A nossa Diana também está de volta, e apesar de não parecer tão feminista e empoderada quanto no filme lançado em junho (isso se deve principalmente ao trabalho de direção de Snyder, que insiste em sexualizar as mulheres nos longas de ação), assume seu papel de liderança ao tentar reunir os heróis para salvar o mundo.

O novato Flash, interpretado pelo maravilhoso Ezra Miller, está do jeito que já imaginávamos. Ele é o próprio alívio cômico e se todas as suas piadas dão certo ou não, depende de cada espectador. O que às vezes funcionava para muitos na sala de cinema, não tinha o mesmo efeito sobre mim. O Aquaman, interpretado por Jason Momoa, não tem o mesmo tempo de tela que o Flash, por exemplo, mas também não decepciona. Seu estilo peculiar e mais grosseirão faz um ótimo contraponto às outras personagens. Ele é sério demais para ser engraçado e engraçado demais para ser sério. Entenda como quiser! E por último, o Ciborgue, interpretado por Ray Fisher, que sofreu com a quantidade excessiva de informações em sua apresentação, mas conseguiu dar a volta por cima ao ser uma das peças fundamentais na luta contra o Lobo.

E o Superman? Sim, ele está lá e é um dos responsáveis pela reviravolta que “Liga da Justiça” tem aos 45 minutos do segundo tempo. Ao trazer a personagem de volta, a história dá um upgrade e nos faz imergir em um universo divertido, interessante e nos deixa com gostinho de quero mais para os próximos filmes. Finalmente temos o bom e velho Superman em cena, com toda sua grandiosidade tão característica de uma personagem tão antiga e respeitada. Ele é o maior herói de todos e finalmente fez valer o seu título. Sua chegada influencia diretamente todos os heróis, e até mesmo a Mulher-Maravilha muda de posição, assumindo de uma vez por todas a sua liderança.

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A Liga da Justiça finalmente reunida nos faz lembrar as clássicas animações do time, nos levando a um sentimento de nostalgia. Se no início a quantidade de informações incomodava, agora tudo fica mais leve, divertido e empolgante. E você se pergunta: “por que não foi assim desde o começo?“.

Não sabemos até que ponto a entrada de Jossh Whedon influenciou diretamente no resultado do longa, mas é perceptível a mudança de tom do primeiro para o segundo ato, ou pós-retorno do Superman. É perceptível também a tentativa de mudança no ritmo, tentando ficar mais parecido com o que vimos em “Mulher-Maravilha“, o que tornou-se bastante satisfatório para a narrativa. O resultado final acaba agradando, nos fazendo esquecer a primeira impressão bagunçada. Nos deixou com um gostinho de quero mais e com a esperança mais do que viva no universo compartilhado da DC Comics do cinema.

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No início dos anos 40, os quadrinhos eram protagonizados por personagens masculinos e não havia representatividade feminina nas histórias que chegavam às casas dos leitores. O Superman, o maior de todos os super-heróis, foi por muitos anos a figura mais lembrada entre jovens e adultos. Mas em quem jovens meninas poderiam se identificar no meio de tantas personagens homens e caricatos?

Durante as décadas de 30 e 40, as mulheres conquistaram novos direitos, entre eles, o direito do voto e a participação no mercado de trabalho, contribuindo, assim, para o enfraquecimento da ideologia de hierarquização dos papéis sexuais. Foi nesse período então que a Mulher-Maravilha fez sua primeira aparição na revista “All Star Comics Nº 8”, lançada em dezembro de 1941 pela All-American Publications (DC Comics), nos Estados Unidos.

O criador, William Moulton Marston, em uma entrevista ao jornal New York The Sun, caracterizou a super-heroína como uma “propaganda psicológica” para o tipo de mulher que ele acreditava que poderia governar o mundo. Para William, as mulheres eram mais honestas que os homens e por isso defendia seu crescimento na sociedade, tendo então a ideia de criar a personagem.

Impressionantes 76 anos depois, a personagem – que representou uma quebra de paradigmas para a história da Cultura Pop ao incluir nas HQs uma mulher como super-heroína – repetiu o mesmo feito nos cinemas ao estrelar seu primeiro filme em live-action.

Não que as mulheres não tenham conquistado direitos ao longo de tantas décadas. Pelo contrário, foram muitas conquistas. Mas, mesmo com o passar dos anos, a luta feminista está longe de chegar ao fim e a tão sonhada igualdade entre os gêneros ainda não existe. O empoderamento feminino ainda é quase um tabu e as produções de Hollywood ainda temem mulheres como protagonistas (o que é perceptível ao nos darmos conta que só agora, depois de 76 anos, a Mulher-Maravilha tenha um filme solo para chamar de seu).

E uma pergunta que todos estão se fazendo é: “Mulher-Maravilha” é um filme feminista? Sim, é um filme feminista! E esse é um dos motivos que fazem dessa produção tão importante para a história atual da Cultura Pop. Diana tem uma personalidade marcante e é livre para tomar suas próprias decisões. O roteiro também deixa bem claro sua intenção ao fazer questionamentos simples e pertinentes, como “Por que uma mulher não pode entrar no parlamento?”, ou “Por que uma secretária precisa fazer tudo para o seu chefe como se fosse uma escrava?”.

Neste ponto, temos um filme realmente empoderador, assim como a personagem.

Muitas pessoas estavam com um pé atrás em relação ao longa, principalmente por ele carregar nas costas a difícil missão de recuperar o prestígio e a fé no Universo DC dos cinemas. Mas a boa notícia é que ele conseguiu cumprir muito bem seu papel, dando esperança aos fãs de que dias melhores estão por vir – pelo menos para o time da Liga da Justiça, né?

Agora que contextualizei a história da Mulher-Maravilha e o quanto ela é importante para a atual fase da nossa sociedade, vamos falar sobre o filme e o seu impacto no cinema.

Cuidado, tem spoilers leves!

A diretora Patty Jenkins aceitou a difícil missão (sendo que ela já tinha se oferecido para dirigir o filme em 2003) de contar a história de origem da personagem, apresentando Diana, interpretada por Gal Gadot, para o público que vai muito além dos fãs e apreciadores de histórias em quadrinhos. Temos aqui uma legítima história de origem. E uma das mais bem contadas de todos os filmes de super-heróis. E a vantagem da Maravilha é que essa é a primeira vez que está sendo contada no cinema, diferente de seus colegas, como Batman e Superman, que já estão indo e vindo nas telonas há muitos anos. O público precisava desse filme!

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O roteiro de Allan Heinberg preocupa-se em contar a história da princesa Diana desde sua infância, mas não pense que é algo maçante ou muito lento. Tem tudo que precisa para que o público entenda e apenas isso. Sem muitas enrolações. E um dos pontos altos é que ele consegue nos conectar com o elenco coadjuvante, necessário para compreendemos o universo da heroína na Ilha do Paraíso. As cenas com a tia Antíope (Robin Wright) são incríveis e nos fazem torcer por elas. É demais!

E no quesito serviço ao empoderamento feminino, é incrível reconhecer a força feminina em tantas mulheres da ilha. E que incrível uma ilha repleta de mulheres cheias de atitude e donas de seus próprios narizes, não é mesmo? Diana tem em quem se inspirar!

O filme dá um salto quando o misterioso piloto Steve Trevor, interpretado brilhantemente por Chris Pine, cai na ilha e traz consigo, toda uma tropa alemã sedente por guerra. A direção da cena em que o exército de Themyscira enfrente os vilões alemães ficou impecável, sendo um dos momentos mais empolgantes da trama. E é após a chegada de Steve que temos os primeiros alívios cômicos da trama. Steve é o primeiro homem que aparece na vida de Diana e é até ingenuamente engraçado ela se surpreender com ele (e sua genitália, hahaha).

Quando Diana conhece Steve e eles começam a desenvolver uma relação, percebemos então uma linha tênue entre emoção e naturalidade no roteiro de Heinberg. Diana não está disposta a ter um relacionamento com Steve, mas acredita que isso possa ser sua ligação com o mundo dos homens e uma ponte de conhecimentos que ela ainda não tem do que é viver no mundo fora da ilha. Naturalidade é a palavra-chave dessa relação muito bem construída. Você torce para que eles fiquem bem, não que eles fiquem juntos. Outro adendo ao movimento feminista é a forma como Diana se posiciona em relação a Steve. Quem disse que ela precisa obedecer suas ordens assim como todas as mulheres daquela época? Diana é autossuficiente, o que é incrível!

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Outro ponto que merece destaque é o elenco de apoio quando Diana se depara com o mundo real. O mundo que ela acredita está sob o comando de Ares, o Deus da Guerra. Todos os personagens vão se encaixando de forma natural e você se conecta com suas personalidades. Etta Candy representa para Diana as mulheres no mundo dos homens e como todos estão errados em tratá-las dessa forma (Outro ponto importante para o movimento feminista). O time liderado por Steve, formado pelo árabe Sameer, pelo escocês Charlie e pelo nativo-americano Chefe, dão um tom mais leve para a trama e ajudam a heroína a conhecer mais os homens.

Quando Diana começa a perceber o quanto o mundo real é muito pior do que ela imaginava e o quanto os homens não a merecem, temos um dos momentos mais importantes do filme. Sua ira é perceptível. Ela não consegue compreender como a sociedade consegue ser tão cruel, até mesmo as crianças.

E diante disso, os vilões que a história apresentam ficam totalmente em segundo plano. Até temos bons momentos com a Doutora Veneno e o General Ludendorff, mas nada que consiga se sobressair do contexto geral da heroína. Os momentos finais são grandiosos, mas todos os tiros, porradas e bombas não superam o que a Mulher-Maravilha tem de mais valioso: sua fé na humanidade e no amor ao próximo, o que é muito importante do que qualquer embate com qualquer supervilão.

Apesar de alguns tropeços, principalmente no modo DC Comics de finalizar seus filmes, temos aqui o melhor do universo até então. Uma esperança para o estúdio e também um serviço muito importante para a inclusão de gênero no cinema.

Mulher-Maravilha, tu és foda, mulher!

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Com tantos filmes de super-heróis estreando nos cinemas em 2016, certamente “Batman Vs Superman: A Origem da Justiça” é um dos mais comentados e aguardados. Não é todo dia que o Batman resolve enfrentar o Homem de Aço nas telonas, não é? E de quebra, como se essa luta épica não fosse o suficiente, ainda temos a primeira aparição da amazona Mulher-Maravilha.

Mas isso tudo vocês já sabem, estou apenas tentando fazer uma introdução digna do trailer final lançado hoje mais cedo pela Warner Bros. Sério, é muito melhor de tudo que vimos até aqui e eu não poderia estar mais ansioso e nervoso por essa estreia. Falta quanto tempo mesmo?

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Não podemos questionar a capacidade de Zack Snyder (o diretor) de fazer uma boa briga acontecer. E já nos primeiros segundos deste vídeo deixou bem claro que o negócio não está para brincadeira. O Batman de Ben Affleck é um veterano extremamente habilidoso e inteligente, com força suficiente para derrubar uma sala inteira de homens armados. Sem contar que ele tem uma sintonia incrível com o seu fiel escudeiro Alfred, dessa vez interpretado por Jeremy Irons.

Não estamos falamos de um novato, mas sim de um Morcegão muito experiente e muito bem treinado, não é à toa que ele quer mesmo derrotar o Superman de Henry Cavill. E é aí que o trailer desenrola. O cara tá obcecado com o filho de Krypton!

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Outro detalhe que percebemos neste vislumbre é que o Batman tem muito mais tempo em cena. Seria talvez por sua popularidade? Por causa da última trilogia assinada pelo mestre Chris Nolan que deixou todo mundo de queixo caído? Parece que o Snyder quer provar que a escolha de Affleck foi correta e que ele pode sim representar o vigilante no cinema.

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E o mais interessante é que o trailer é todo na perspectiva do Batman, ou de quem estaria por fora da luta, mas ainda do lado pró-Batman. O Superman é só uma figura que põe medo na sociedade, que desafia o Morcego e que precisa ser combatida. Onde está o herói bonzinho que tanto conhecemos? Cadê seu direito de resposta?

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E como falei lá no comecinho do post, a Mulher-Maravilha também aparece aqui e mais uma vez me provoca arrepios. Sua aparição é tão forte que não dá para não mandar um “CHUUUUPAAA“, mesmo que mentalmente, aos haters que não confiaram na escolha de Gal Gadot para o papel. E tudo isso por causa do corpo? A super-heroína é muito mais do que um corpo torneado. Envolve personalidade, muita atitude e sangue nos olhos. Gal mostra que tem tudo isso! Ela está incrível e tão interessante que o filme poderia ser apenas dela. (Mas o que é da Mulher-Maravilha de direito está quase chegando!!!)

Assista ao trailer:

Batman Vs. Superman: A Origem da Justiça” também é estrelado por Jesse Eisenberg como Lex Luthor, Amy Adams, Holly Hunter, Laurence Fishburne, Scoot McNairy, Jason Momoa  e Diane Lane. O filme estreia dia 24 de março deste ano!

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Em maio deste ano, surgiu o boato de que o ator Chris Pine, conhecido mundialmente pela franquia “Star Trek“, estaria em negociações com a Warner Bros. para interpretar Steve Trevor, o interesse romântico da Mulher-Maravilha. Rapidamente a notícia se espalhou pela internet e muitos fãs apoiaram a ideia. Ele ficaria ótimo com a Gal Gadot, certo? Porém, de lá pra cá, nada foi confirmado (pelo contrário, Pine acabou sendo cotado para viver o novo Lanterna Verde) e o rumor parecia quase morto.

Eu disse quase! Porque quando se trata de Hollywood, tudo é possível. Tudo mesmo!

De acordo com o The Wrap, Chris Pine finalmente fechou contrato com a Warner e vai mesmo interpretar o famoso Steve Trevor no universo cinematográfico da DC Comics (aqui fica o meu agradecimento a todos os envolvidos nessa sábia decisão). E assim o time do estúdio do Pernalonga ganha mais um reforço de peso ao seu fantástico elenco. De uma coisa ninguém pode reclamar: os filmes de super-heróis possuem elencos fabulosos. <3

Ainda segundo a publicação, o personagem de Pine vai ser um pouco diferente do que vemos nos quadrinhos. Isso porque o romance pode ficar em segundo plano. “Steve Trevor haverá mero interesse amoroso na Princesa Diana, já que há muita ação para mantê-lo ocupado“. (Acho que gostei muito disso) Agora fiquei curioso para saber mais detalhes dessa história. Será que ele vai ganhar super-poderes? Não acho que seja impossível!

Por enquanto é só isso que temos do filme da Mulher-Maravilha. Pouco, mas muito positivo, certo? Acredito que seja uma das melhores produções da DC para os próximos anos. Vamos torcer para que Pine e Gadot tenham uma boa química em cena e que o roteiro não seja repleto de clichês. Lembrando que o filme é da Mulher-Maravilha e queremos vê-la brilhar em cena. Mais do que todos.

“Mulher-Maravilha” estreia dia 23 de junho de 2017.

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O que não falta é motivos para contarmos os dias e as horas para a estreia de “Batman Vs Superman: A Origem da Justiça“.

Além de ser o pontapé que a DC Comics estava precisando para dar início (agora de verdade) ao seu universo compartilhado, é o ponto de encontro de vários heróis lendários, que estão no nosso imaginário há muitos e muitos anos. Não basta colocar o Superman em cena, tem que chamar o Batman e de quebra convidar a Mulher-Maravilha. Mas será que tem espaço para uma pontinha do Aquaman e do Flash?

E como todo filme super aguardado, todo mundo quer saber mais detalhes, conferir vídeos, clipes, imagens, cenas dos bastidores… O que for! Todos os fãs, principalmente os fãs de quadrinhos, querem ficar por dentro do que está acontecendo. Afinal, fazer a contagem regressiva com muitas novidades é muito melhor, né? Esperar até 2016 não está fácil!

Eis a capa especial:

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E para atender as preces de todos que estão super-mega-power ansiosos, a Warner Bros. e a DC Comics estão preparando muitas surpresas para a Comic-Con 2015, em San Diego, que acontece em julho deste ano. E para começar o esquenta, a revista Entertainment Weekly revelou sua nova capa que traz as estrelas do longa: Henry Cavill, Ben Affleck e Mel Gadot. Além disso, temos também as primeiras imagens e algumas surpresinhas. (Isso é só uma prévia do que vai rolar por lá)

Veja as imagens (ainda em baixa resolução):

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– Esses três ficaram ótimos juntos e que poder da Mulher-Maravilha de ficar logo no meio desses dois mitos, né? Certeza que a Gal Gadot vai arrasar muito nesse filme.

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– Para Ben Affleck, a foto acima representa duas pessoas que escondem suas verdadeiras personalidades e que acham que seus segredos estão bem escondidos. Nem tudo é o que parece, né? Até me lembrou um pouco da relação de Bruce com Selina Kyle, a Mulher-Gato, em “Batman: O Cavaleiro das Trevas Ressurge”.

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– “Alguém me chamou?

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– Para Henry Cavill, “O Homem de Aço” representa o mundo na perspectiva de Clark Kent. Já “Batman Vs. Superman” conheceremos a perspectiva do Superman na visão do mundo. E isso é o que vai tornar tudo mais interessante.

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– E o Lex Luthor de cabelão? Isso é que é um grande contraste! Se essa cena não se tratar de um flashback, provavelmente conheceremos a causa da perda de cabelo do super vilão interpretado por Jesse Eisenberg.

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Enquanto isso nos bastidores…

Dirigido por Zack Snyder, “Batman Vs. Superman: A Origem da Justiça” estreia dia 28 de março de 2016.

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A Mulher-Maravilha vai finalmente estrelar um filme só seu em junho de 2017, estrelado por Gal Gadot, e o rumor da vez é que o mesmo pode se passar nos anos 20.

Segundo o site Bleending Cool, a primeira metade do longa deve se passar em Paradise Island, mostrando as facções que disputavam o controle da Amazônia. O jogo muda quando um misterioso homem (isso não quer dizer que seja o Steve Trevor) chega ao paraíso e pede ajuda às Amazonas.

Diana junta-se a ele e decide ir ao mundo dos homens. É quando descobrimos que ela vai parar nos anos 20, em uma época bem diferente, onde as mulheres acabaram de conseguir direito a voto, por exemplo. Sabe que tô achando essa ideia maravilhosa? 

Outra novidade é que a sequência (que ainda não foi confirmada) deve se passar durante a Segunda Guerra Mundial, nos anos trinta e quarenta. Vale lembrar que este foi o período em que o programa de TV dos anos setenta começou, antes de pular para os dias atuais (daquela época, claro). Tudo faz muito sentido e se for realmente confirmado, o longa da Mulher-Maravilha tem tudo para ser um dos melhores já feitos. O contexto e a justifica são excelentes. Queremos isso pra ontem!

Info: Mulher-Maravilha estreia em 23 de junho de 2017.