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Não é de hoje que a Disney nos surpreende com as adaptações em live-action de suas animação clássicas. Ano passado mesmo nos encantamos com a linda releitura de Cinderela, a princesa mais famosa da Casa do Mickey.

Com “A Bela e a Fera” não tinha como ser diferente. Afinal, é uma das histórias de amor mais conhecidas no mundo inteiro. É tão poderosa que ultrapassa gerações. Foi da minha e também da sua. Lançada em 1991, faturou mais de US$ 375 milhões e pasmem, foi indicado na categoria de “Melhor Filme” no Oscar daquele ano. Uma animação ser indicada à categoria máxima da premiação é um tanto raro.

Desde que soube que a sempre ótima Emma Watson interpretaria a doce e ingênua princesa, fiquei interessado em conhecer mais detalhes da trama. A atriz sempre surpreendeu como a bruxa Hermione Granger na franquia “Harry Potter” e não decepcionou quando ganhou asas em produções contemporâneas. Com a Bela não tinha como dar para trás, certo? Certo!!! Nas primeiras imagens cheguei a conclusão de que seu trabalho seria impecável. Ela não deixou eu morder a língua.

O primeiro trailer lançado oficialmente hoje, 14, não me faz mudar de ideia. Ela é incrível. Tão sublime que nem parece real. Uma verdadeira princesa.

Toda a ambientação criada pelo diretor Bill Condon nos passa uma ideia de muita fidelidade ao filme original. Claro que tons mais modernos, mas é bem nostálgico rever algumas cenas, como por exemplo, a dança clássica de A Bela e a Fera.

O elenco da releitura conta com Dan Stevens (a Fera), Luke Evans (Gaston), Emma Watson (como já falei: interpretando a doce Bela), Emma Thompson (Sra. Potts), Kevin Kline (Maurice), Ian McKellen (Cogsworth), Gugu Mbatha-Raw (Plumette), Ewan McGregor (Lumiere) e Stanley Tucci (o piano falante). Bill Condon é o diretor responsável por transformar esse universo mágico em realidade.

O longa chegará aos cinemas no dia 17 de março de 2017.

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JJ Abrams é conhecido por ser um diretor visionário. Ele pode até ser considerado um dos mais visionários da história atual do cinema. Sempre que lança uma novidade podemos esperar por uma grande produção. Grande mesmo, em todos os sentidos. O cara não brinca com qualquer coisa. Tanto é que a Disney e a LucasFilm confiaram o “renascimento” de uma das sagas mais populares de todos os tempos em suas mãos: Star Wars.

Ele não só despertou a força, como a fez ficar ainda mais poderosa. “Star Wars: O Despertar da Força“, lançado na quinta-feira passada, dia 17, estreou quebrando vários recordes de bilheteria no fim de semana, arrecadando US$ 238 milhões apenas nos Estados Unidos, tornando-se a maior estreia da história do país. Isso sem contabilizar a inflação. Até então o título de primeiríssimo lugar estava com “Jurassic World: O Mundo dos Dinossauros“, com US$ 208,8 milhões. Outras estreias como “Alvin e os Esquilos: Na Estrada” e “Irmãs” (comédia com as maravilhosas Tina Fey e Amy Poehler) comeram poeira.

A estreia mundial também não ficou por menos, abocanhando US$517 milhões. Números impressionantes, certo? Mas o campeão ainda é “Jurassic World“, que continua intacto no primeiro lugar com incríveis US$524,9 milhões. Só que os dinossauros tiveram uma vantagem: a estreia mundial também aconteceu na China, o segundo maior mercado de cinema do mundo. A força só vai despertar para os chineses no dia 9 de janeiro de 2016. Já pensou se tivesse acontecido ao mesmo tempo? Não teria pra ninguém!

Outros recordes quebrados pela força também podemos citar o maior lançamento em dezembro de todos os tempos (4.134 cinemas), maiores previews de quinta-feira à noite (US $ 57 milhões) e maior abertura IMAX. Incrível!

Esses números impressionantes tornam a competição em Hollywood ainda mais arriscada. Os estúdios se esforçarão ao máximo para continuar trazendo campões de bilheteria para as salas de cinema. E um detalhe interessante é que a Disney saiu lucrando e muito com essa história toda. Para quem não sabe, a franquia Star Wars custou US$4 bilhões para os cofres da casa do Mickey e, pelo visto, não vai ser difícil superar esse número, tanto em bilheterias quanto em licenciamentos. O que vocês acham?

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A maior expositora da Comic-Con Experience de 2015 foi certamente a Disney (pode-se argumentar que a Netflix empatou). Ela trouxe painéis da Marvel Studios, Star Wars, Pixar e outras animações, além de stands de todos esses conteúdos e mais!! Sobre eles e todos os outros painéis que rolaram no evento, vou fazer outros posts. Esse aqui é dedicado exclusivamente pra pré-estreia do novo filme da colaboração mais rentável das últimas décadas: Disney e Pixar, conhecido nas praças como “O Bom Dinossauro“!

Depois do ótimo “Divertidamente“, que também foi lançado em 2015, a Pixar vem com mais um blockbuster que vai emocionar e instantaneamente se tornar um clássico moderno entre as famílias brasileiras e ao redor do mundo. A fórmula é clara: personagens carismáticos + um enredo envolvente tanto para as crianças quanto adultos + visuais espetaculares + direção impecável = mais um sucesso para a conta. A história de Arlo não é a mais original da empresa, mas isso não chega a ser um problema quando o visual da animação nos deixa sem palavras.

Para dar uma contextualizada, Arlo é um dinossauro jovem que vive em um mundo onde os meteoros que atingiram a terra há bilhões de anos, nunca de fato chegaram a atingir a terra. Com isso, os dinossauros desenvolveram a habilidade de falar e pensar, e assim, conseguem plantar, cuidar de outros animais, etc, para sobreviver (na verdade, não fica claro se eles desenvolveram essa habilidade através da evolução, ou simplesmente conseguem falar e fazer todas essas outras coisas simplesmente porque estão em um filme de animação, como “Carros”, “Toy Story” e “Vida de Inseto”).

Contudo, os Homu Erectus não deixaram de vir a existir. Nossos ancestrais ainda não falavam ou raciocinavam como nós e por isso, são retratados aqui como animais. Analogia essa que gera as melhores risadas do filme. O pequeno Spot é sem dúvidas o rouba-cena da animação, que conseguiu, sem nenhuma fala, cativar toda a sala de cinema e, como disse, tirar gargalhadas do público, sem contar com cenas incrivelmente emocionantes. Ele é uma verdadeira aula de cinema, já que consegue expressar sentimentos sem o diálogo, apenas com gestos e feições. “Uma imagem fala mais do que mil palavras“! Essa questão é a parte mais interessante do filme.

Então, já que consideramos o visual o mais interessante, falemos dele: QUE ANIMAÇÃO! A Pixar e sua equipe estão de parabéns por terem feito esse trabalho espetacular em renderizar a natureza de forma tão real. É tão assustadoramente realístico que em algumas cenas eu cheguei a duvidar se o que estava vendo não eram imagens captadas reais em florestas. Mais uma vez: meus parabéns! As plantas, árvores, água e elementos da natureza em geral estão tão perfeitos que qualquer espectador vai conseguir sentir uma certa estranheza em planos em que Arlo, Spot e os outros personagens estão presentes. Parece que não pertencem ao mesmo plano, já que um é algo extremamente próximo ao real enquanto outro é algo bem cartunesco e colorido, fazendo com que eles se distanciem na hora em que estão juntos. Isso, contudo, não me incomodou em nenhum segundo do filme e, na verdade, me fez gostar ainda mais já que conciliou imagens da natureza estonteantes com desenhos divertidos e, de forma diferente, otimamente animados.

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O diretor Peter Sohn estava presente no painel que rolou depois do filme e falou um pouco sobre a sua vida e sua trajetória com a animação. Nos contou que quando era criança costumava ir ao cinema com a sua mãe que não falava inglês e, por isso, tinha que ficar dublando para ela durante a sessão as cenas. Porém, em poucos filmes, a linguagem visual era tão interessante que falava por si só, e ele em algumas ocasiões presenciou sua mãe dando risadas ou se emocionando sem precisar da sua tradução. Essa história foi a grande inspiração para fazer desse filme o grande strike visual que ele é. E Peter, eu me amarrei na sua direção, seus planos são realmente muito interessantes e o filme acontece de forma leve, mesmo que sua história seja em vários momentos bastante pesada.

Vamos falar da história então! Como disse no primeiro parágrafo, ela não é a mais original de todas. Conseguimos ver referências claras a filmes como Rei Leão, Bambi e até mesmo Lilo & Stitch. Porém, todos esses filmes citados são ótimos clássicos da Disney, ou seja, “O Bom Dinossauro” se torna mais um nessa lista. Contudo, como já vimos esses outros filmes, o elemento surpresa de alguns plot-twits não são tão fortes quanto deveriam e, por isso, precisamos deixar de lado essa vontade de nos surpreender com a história e simplesmente nos deixar envolver com o crescimento de Arlo e Spot ao longo da trama, mesmo que o final seja exatamente aquilo que sabíamos (e esperávamos) que seria!

E pra terminar, não poderia deixar de citar nessa resenha o curta-metragem que vem antes do filme, como tradição da Pixar! “Sanjay’s Super Team” é um dos meus favoritos entre os curtas. Depois daquela cantoria entre montanhas que veio antes do Divertidamente (desculpa, Pixar, mas não curti não), esse veio pra acabar com qualquer dúvida que os curtas da Pixar são as melhores animações feitas. A história de Sanjay consegue, em poucos minutos, tocar em assuntos de religião e barreira de gerações, e ainda é um grande vencedor no quesito de diversidade cultural já que é dirigido e estrelado por um indiano (em pleno 2015, isso não deveria nem ser uma grande surpresa). Mais uma vez, a Pixar acertou!

"Sanjay's Super Team" Comes to the Con — Director Sanjay Patel and producer Nicole Grindle are taking Pixar Animation Studios' new short to San Diego's Comic-Con International next month for its North American premiere and a peek behind the scenes of the production process. The Super Story Behind the Pixar Short "Sanjay's Super Team," slated for Thurs., July 9 at 11 a.m. in the Indigo Ballroom, Hilton Bayfront, reveals the unique inspiration for this incredibly personal film that features superheroes like never before. The short debuts in U.S. theaters in front of Disney-Pixar's "The Good Dinosaur" on Nov. 25, 2015.

Galera, se você é fã da Pixar eu recomendo que no dia 7 de Janeiro vá assistir essa obra magnífica que mais uma vez eles nos proporcionaram. Eu, que cresci com Toy Story, não poderia estar mais orgulhoso! Muito obrigado!

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Confesso que não estava esperando muita coisa da nova adaptação cinematográfica de “Mogli – O Menino Lobo” (isso porque não era muito fã do personagem quando criança), mas fiquei impressionado com toda a proposta do filme, e claro, MUITO ANSIOSO PELA ESTREIA, depois do primeiro teaser liberado hoje, 15, pela Disney.

(O mais legal é que a Disney Brasil já providenciou uma versão legendada, incrementando a nossa experiência!)

Apesar de não mostrar detalhes da história, a prévia nos encanta com a fantástica fotografia e com vários dos personagens, ou melhor, animais, que encontraremos ao longo dessa história. Narrado pela sempre maravilhosa Scarlett Johansson, que interpreta a cobra Kaa, acompanhamos o menino Mogli (Neel Sethi) em meio aos perigos da selva. Dirigido por  Jon Favreau, o mesmo de “Homem de Ferro” (e eles fizeram questão de destacar muito bem essa informação), temos aqui uma das grandes produções de 2016.

Assista:

Baseado na história atemporal de Rudyard Kipling e inspirado pelo clássico da Disney de 1967, Mogli – O Menino Lobo apresenta um novo patamar de arte e tecnologia, que levará o público para um mundo exuberante, nunca antes visto nos cinemas.

Mogli – O Menino Lobo” estreia em 2016!

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Depois de nos emocionarmos com as divertidas aventuras da mente humana em “Divertidamente“, a Disney e a Pixar estão prontinhas para lançar mais uma animação promissora nos cinemas: “O Bom Dinossauro“. O primeiro trailer divulgado hoje não decepciona e, apesar de simples, é tão forte e encantador, que nos faz voltar a ser crianças em poucos minutos. Tem como a Casa do Mickey fazer menos que isso? Acho que não!

O que chamou minha atenção é que o trailer não possui diálogos e não passa muitos detalhes sobre a história, mas explora o visual fantástico e muito realista da Terra desta nova terra idealizada pelo diretor Peter Sohn. O fator mais importante aqui é a emoção, e isso eles conseguiram fazer direitinho. Na trama, um asteroide nunca atingiu a Terra e os humanos e os dinossauros compartilham do planeta ao mesmo tempo. Vamos acompanhar um dinossauro chamado Arlo que, após um evento traumático em sua família, sai em uma jornada com um companheiro humano.

Veja o trailer:

Entre os dubladores da versão original, temos os atores Neil Patrick Harris, John Lithgow, entre outros. “O Bom Dinossauro” estreia dia 25 de novembro nos Estados Unidos. No Brasil, está marcada para o dia 21 de janeiro de 2016.

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Ai, Senhor! A eterna Winifred, Bette Midler, deixou todo mundo com um gostinho de quero mais na noite de ontem, 23, ao encenar um trecho do clássico “Abracadabra“, no show de abertura da sua nova turnê, nos Estados Unidos.

Eis o que aconteceu: no inicio do vídeo o telão mostra cenas do clássico dos anos 90. Em seguida, e antes de Midler apresentar a música “I Put a Spell On You”, a mesma nos surpreende toda caracterizada de Winifred! Magnífico! A performance ainda conta com a participação de duas companheiras que interpretam as irmãs Sanderson na apresentação. Perfeito!

Para completar, e levar todos ao delírio, Bette soltou a seguinte frase: “Eu estou pronta para a minha continuação, Sr. Disney!”. MELDELS! Dá o play no vídeo e compartilhe esse momento nostálgico com a gente.

Não é a primeira vez que vemos a atriz se mover para fazer com que a Disney produza a sequência do filme de 1993. Em novembro do ano passado, ela disse que o elenco todo aguardava por isso e que dependia apenas do estúdio do Mickey.

Para aqueles que não nasceram nos anos 90 e não conhecem a história do filme, lá vai uma rápida explicação: esse é um dos clássicos que embalavam nossa sessão da tarde. “Abracadabra” conta a história de três bruxas de Salem, que são ressuscitadas por um grupo de jovens no dia do Hallowen. De volta a vida, as irmãs Sandersons precisam finalizar o feitiço para permanecerem eternamente jovens e belas.

Quer um gostinho? Relembre a clássica apresentação de “I Put A Spell On You”:

Texto por: Jaciára Lima.

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