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Hoje à noite,  o canal Fox dos EUA estreia Almost Human, nova produção de J. J. Abrams (o cara por trás de Lost, Fringe e várias outras produções de ficção científica dos últimos anos) em parceria com J.H. Wyman (também de Fringe).

Warner Channel estreia a série aqui no Brasil em 28 de novembro, apenas alguns dias após a exibição americana, e gentilmente nos cedeu o episódio piloto para avaliação.

Apesar de não ser tudo aquilo que estávamos esperando, Almost Human se destaca entre as novas séries da temporada. A trama é ambientada em um futuro próximo, 2048, e diferente de várias outras produções do gênero, não deixa tudo tão exagerado. Para combater a violência, todo policial é obrigado a trabalhar ao lado de andróides altamente desenvolvidos.

A história começa de verdade quando o detetive John Kennex (interpretado por Karl Urban) acorda de um coma de dois anos após ter sido vítima de uma grande emboscada organizada por um grupo criminoso chamado de Sindicato. Ele também descobre que sua noiva misteriosamente desapareceu do mapa. Totalmente desequibilibrado, e perdido em suas memórias, tenta entender o que aconteceu no dia do acidente através de terapias de regressão.

John precisa voltar ao trabalho, mas é um dos policiais que não aceita tão bem a ideia de ter um robô como parceiro. Após danificar, ou melhor, destruir, o seu andróide 785, dá um jeito de trabalhar com Dorian (Michael Ealy), modelo DRN mais antigo e bastante semelhante aos humanos, principalmente por ser capaz de ter emoções e apresentar as mesmas falhas.

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Isso inclui falar sem parar e não obedecer ordens de comando, como “cala a boca e não me enxe o saco”. Já que falamos disso, não podemos deixar de citar que a inusitada parceria é um dos pontos mais altos do piloto. Michael está bastante confortável no papel e dá um novo tom para a série em suas cenas. É o alívio cômico em meio a tantas cenas de ação, com explosões e conspirações confusas.

O episódio piloto, com duração de um pouco mais de 40 minutos, não consegue nos “prender” de imediato e vai ser preciso muito mais para ficarmos fisgados na trama. Uma das falhas desta estreia é tentar explicar tudo de uma vez, sem deixar que o público respire um pouco e capte a mensagem.

Nesta tentativa de apresentar o ambiente e a dupla protagonista, alguns personagens interessantes, como Valerie Stahl (Minka Kelly) e Richard Paul (Michael Irby) passam praticamente batidos, com poucas falas e quase nenhuma importância. Rudy Lorn (Mackenzie Crook), cientista responsável pelos andróides, consegue se destacar um pouco e surpreende.

Almost Human tem um grande potencial e promete destacar-se entre as demais séries do gênero. Sua proposta, apesar de não ser original, é bastante interessante e se bem desenvolvida, pode render boas histórias pela frente. Sem contar nos ótimos efeitos visuais, que conseguem transmitir com eficiência todo o universo criado pelos autores.

Amanhã, dia 18, será exibido o segundo episódio, no dia oficial de exibição da série nos Estados Unidos.

Postado por Redação Papo de Blogueiro


Daianara Gomes | sábado janeiro 18 2014 | 11:00 pm

adorei a serie !!!!!! so´não entendo o porque de ja cancelar uma serie sem dar a menor chance ,sei de series que começaram bobinhas mais surpreenderam é o caso de Supernatural começou sem graça mais ja na segunda temporada esquentou e foi boa até a quinta temporada ja a sexta temporada foi confusa e a setima temporada foi ruim de engolir e mesmo assim foi todinha completa e sei q não agradou Poxa sacanagem cancelar a serie sem dar uma chance
E´ UMA GRANDE INJUSTIÇA CANCELAR ALMOST HUMAN
PS: em que episodio descobriram o envolvimento da namorada do John na emboscada dos policiais ? Pois assisiti o 6,7 episodio e agora no 8 estão falando nisso .