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Muitos dizem que não existe racismo no Brasil, mas, infelizmente, ainda está muito mais presente em nosso cotidiano do que você imagina. Hoje, 03, presenciamos uma situação muito desagradável nas redes sociais. A jornalista “Maju” Julia Coutinho, do Jornal Nacional, foi vítima de comentários racistas e cheios de ódio na própria fanpage do noticiário. Dá para acreditar nesse absurdo?

Após vários comentários racistas, Maju respondeu a um dos usuários:

“Vai se foder, sua feiosa, vaza da TV, forçada demais”, escreveu o usuário do Twitter Mindflow. A jornalista respondeu com muita classe: “Beijinho no ombro”.

Ela nem precisava perder o tempo com pessoas desse nível, né?

Melhor do que essa resposta da jornalista, foi saber que muitas pessoas, eu disse MUITAS pessoas, foram contra a essas atitudes racistas. A hashtag #SomosTodosMaju é uma das mais buscadas entre as redes sociais. William Bonner e Renata Vasconcelos, apresentadores do “Jornal Nacional“, também se posicionaram sobre o ocorrido e mandaram uma mensagem de apoio à jornalista ao gravarem um vídeo super especial. A mensagem está sendo replicada por todos os usuários que também apoiam a jornalista do tempo.

Veja o vídeo:

Vários outros artistas também se posicionaram, como é o caso de Camila Pitanga, Juliana Alves, Hugo Gloss e a diva Gal Costa.

E esse é o novo recado:

Vamos bater um papo sério? É muito triste saber que o RACISMO ainda é tão presente em nosso cotidiano. O Brasil é um país tão lindo e pluricultural, é inaceitável que alguns ainda se comportem como se estivessem no período escravocrata, humilhando e xingando pessoas por causa da cor da pele (já basta aquela época tão terrível). O que aconteceu com a linda #Maju é só um reflexo do que acontece com MUITOS brasileiros todos os dias. (Para quem não sabe, ela foi vítima de comentários racistas no Facebook) E não pense que falamos apenas do racismo escancarado. Infelizmente o que mais vemos é o “racismo velado”, escondido por trás de piadas e brincadeiras. Não é piada, não é brincadeira! Somos todos iguais, a cor da pele é um mero detalhe e ninguém, NINGUÉM, deve fazer piada com isso. O que aconteceu hoje é o cúmulo e quem faz é fraco e covarde. Vamos refletir e dar um basta nesse absurdo! Força, Maju. Estamos com você e com todas as pessoas que sofrem com o preconceito. (Imagem: @realwbonner) #TaNoPapo

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Diga NÃO ao racismo!

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Tá ficando bem repetitivo dizer que 2016 será o ano dos super-heróis no cinema! Mas não tem nada não, vou dizer de novo: 2016 será o ano dos melhores filmes de super-heróis de todos os tempos.

E completando o time das grandes produções, temos o primeiro longa solo do anti-herói “Deadpool“, novamente interpretado por Ryan Reynoldsem sua tentativa de redenção após o fiasco daquele filmeco do Wolverine que não deve ser nomeado.

Aproveitando que tá todo mundo super ansioso por mais detalhes da história, a Fox Film revelou duas imagens inéditas ao site da revista “Empire“.

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Na imagem acima temos a primeira aparição de Negasonic Teenage Warhead, aka Ellie Phimister. A personagem é interpretada por Brianna Hildebrand e possui habilidades telepáticas e premonitórias. Nos quadrinhos dos X-Men, a mutante foi estudante de Emma Frost.

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E neste segundo vislumbre temos o anti-herói cheio de armas e munições. Sem contar que dá pra notar o uniforme bastante fiel ao personagem dos quadrinhos. Vamos torcer para que o roteiro siga o mesmo exemplo.

Deadpool” estreia dia 11 de fevereiro de 2016 no Brasil, e um dia depois nos Estados Unidos.

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Não basta ser o protagonista de um dos filmes mais comentados da temporada, o ator Channing Tatum tem que conquistar a internet com uma performance hilária de “Vogue“, um dos maiores sucessos de Madonna.

O astro de “Magic Mike XXL” participou de um ensaio para a revista Vanity Fair, que pegando carona em seu novo personagem, o desafiou a fazer vários movimentos de dança em apenas 30 segundos. E é claro que o ator topou o desafio, né? Além de interpretar o clássico da Rainha do Pop, Channing também arriscou passos de dança clássica e não fez feio na hora de imitar um robô. Ficou demais, gente! <3

Veja o vídeo:

E essa é a capa da Vanity Fair de Agosto com Channing:

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Channing também concedeu uma super entrevista à publicação, revelando novidades sobre sua carreira e contando um pouquinho mais sobre sua vida pessoal. Quando questionado sobre uma possível continuação de “Magic Mike“, o ator não descartou a possibilidade e disse que sim, é possível que tenha mais um ou dois filmes. “Mas, você sabe, toda vez que eu coloquei aquela tanga e estou me preparando para caminhar pelo palco, penso comigo mesmo: “Por que quero fazer isso?”. É muito desconfortável usar um fio dental na frente de milhares de pessoas“, revelou Tatum.

Sobre sua vida pessoal e o assédio, Channing comenta que as redes sociais aproximam o público dos artistas. Antigamente, ele costumava ir ao cinema para saber um pouco mais do seu ator preferido, algo que é totalmente possível hoje em dia apenas com um clique, né?

Então, não custa nada relembrar:Magic Mike XXL” estreia dia 30 de julho.

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O que não falta é motivos para contarmos os dias e as horas para a estreia de “Batman Vs Superman: A Origem da Justiça“.

Além de ser o pontapé que a DC Comics estava precisando para dar início (agora de verdade) ao seu universo compartilhado, é o ponto de encontro de vários heróis lendários, que estão no nosso imaginário há muitos e muitos anos. Não basta colocar o Superman em cena, tem que chamar o Batman e de quebra convidar a Mulher-Maravilha. Mas será que tem espaço para uma pontinha do Aquaman e do Flash?

E como todo filme super aguardado, todo mundo quer saber mais detalhes, conferir vídeos, clipes, imagens, cenas dos bastidores… O que for! Todos os fãs, principalmente os fãs de quadrinhos, querem ficar por dentro do que está acontecendo. Afinal, fazer a contagem regressiva com muitas novidades é muito melhor, né? Esperar até 2016 não está fácil!

Eis a capa especial:

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E para atender as preces de todos que estão super-mega-power ansiosos, a Warner Bros. e a DC Comics estão preparando muitas surpresas para a Comic-Con 2015, em San Diego, que acontece em julho deste ano. E para começar o esquenta, a revista Entertainment Weekly revelou sua nova capa que traz as estrelas do longa: Henry Cavill, Ben Affleck e Mel Gadot. Além disso, temos também as primeiras imagens e algumas surpresinhas. (Isso é só uma prévia do que vai rolar por lá)

Veja as imagens (ainda em baixa resolução):

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- Esses três ficaram ótimos juntos e que poder da Mulher-Maravilha de ficar logo no meio desses dois mitos, né? Certeza que a Gal Gadot vai arrasar muito nesse filme.

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- Para Ben Affleck, a foto acima representa duas pessoas que escondem suas verdadeiras personalidades e que acham que seus segredos estão bem escondidos. Nem tudo é o que parece, né? Até me lembrou um pouco da relação de Bruce com Selina Kyle, a Mulher-Gato, em “Batman: O Cavaleiro das Trevas Ressurge”.

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- “Alguém me chamou?

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- Para Henry Cavill, “O Homem de Aço” representa o mundo na perspectiva de Clark Kent. Já “Batman Vs. Superman” conheceremos a perspectiva do Superman na visão do mundo. E isso é o que vai tornar tudo mais interessante.

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- E o Lex Luthor de cabelão? Isso é que é um grande contraste! Se essa cena não se tratar de um flashback, provavelmente conheceremos a causa da perda de cabelo do super vilão interpretado por Jesse Eisenberg.

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- Enquanto isso nos bastidores…

Dirigido por Zack Snyder, “Batman Vs. Superman: A Origem da Justiça” estreia dia 28 de março de 2016.

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Se você tem entre 10 e 30 anos, gosta de ler e está presente nas redes sociais, é muito provável que conheça o autor de livros para jovens adultos, John Green. Livros como “A Culpa é das Estrelas” e “O Teorema de Katherine” são dois entre vários sucessos que o autor vem lançando nos últimos dez anos. De um tempo para cá, ele chamou a atenção de Hollywood e seu segundo livro acaba de ser adaptado para a telona.

Nós do Papo assistimos ao filme anti-ontem, 30, em uma cabine para a imprensa, mas ainda não podemos falar nada sobre a adaptação. O que nós podemos falar é como rolou a coletiva de imprensa, que aconteceu ontem, 01, no Copacabana Palace, e a pré-estreia com direito a tapete vermelho, que aconteceu no Cine Odeon, os dois no Rio de Janeiro.

Além de Green, também recebemos o protagonista Nat Wolff, conhecido por muitos por estrelar na série da Nickelodeon,” The Naked Brothers Band“, e também por fazer um papel secundário na adaptação de “A Culpa é das Estrelas“.

Os dois se dispuseram, sempre simpáticos, a responder as perguntas da imprensa, que foram todas muito interessantes. Falaram sobre como foi o processo de adaptação e quanto o Green está envolvido nele. Também responderam sobre o conceito por trás das cidades de papel, e como o autor chegou na ideia de fazer um livro com elas presentes. Confira aqui algumas das informações que eles deram sobre o filme durante a coletiva (sem ter nenhum spoiler):

Green conta que os mesmos roteiristas de “A Culpa é das Estrelas” também foram contratados para para roteirizar esse filme, o que foi ótimo de acordo com ele, pois já confiava no trabalho. Além disso, ele conhecia os produtores, o que também ajudou. Green disse também que como Produtor Executivo, não fez nada. Só ficava no set olhando as coisas acontecendo. Esse fato foi desmentido por Wolff, que disse que a presença de Green no set foi essencial e que seu feedback foi muito importante não só para os atores, como também para o diretor, Jake Schreier. O ator fala que Green é muito modesto. Os dois parecem ser bem íntimos (depois de semanas viajando juntos, é um bom resultado que os dois ainda não tenham se estrangulado).

Veja mais fotos:

O ator #NatWolff e o autor #JohnGreen chegaram! Nos acompanhe no Viber para mais novidades e fotos exclusivas! #CidadesDePapel #TaNoPapo

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Acabou! Mais tarde tem premiere de #CidadesDePapel no Rio de Janeiro. #TaNoPapo Uma foto publicada por Blog Papo de Blogueiro (@papodeblogueiro) em

Sobre as eventuais mudanças que um filme pode vir a ter sobre seu material de origem, Green diz que às vezes isso é bastante positivo. Tem coisas que ele vê nos filmes que pensa que poderia ter colocado no livro quando estava escrevendo, e outras que ele prefere do jeito que está no livro. Mas não vamos contar que diferenças são essas!! Ele fala também que nunca imaginou que estaria nessa posição que está hoje, que suas obras fariam o sucesso e o dinheiro que fazem. Ele agradece muito aos leitores brasileiros, porque, de acordo com ele, seus livros, “em muitas maneiras fazem mais sucesso no Brasil do que em qualquer outro lugar no mundo“.

Já o ator diz que ele é bem diferente do seu personagem Quentim, que no filme está no último ano do ensino médio. Wolff diz que enquanto estava no mesmo ano do colégio que o personagem, ele já era bem mais desenvolto e maduro, e Quentim ainda está descobrindo a vida. Mas que teve uma época na vida dele, quando era mais novo, que tinha dois melhores amigos e, ao interpretar o personagem, lembrou bastante desses anos.

Quando perguntaram sobre a inspiração para a utilização do conceito de cidades de papel, ele explica que foi durante uma “road trip” com sua namorada de faculdade. Para quem não sabe, as cidades de papel são “cidades falsas“, criadas por cartógrafos na hora de fazer os mapas, para impedir que eles fossem copiados ilegalmente, sem pagar direitos autorais. Nessa viagem que Green comenta, ele se deparou com uma imensidão, sem pessoas, com muito mato e vacas, onde deveria ser uma cidade, de acordo com o mapa que tinha em mãos. Quando chegou em casa, foi pesquisar e descobriu o que eram essas cidades de papel (uma descoberta que, de acordo com ele, foi ótima, já que lhe rendeu esse livro de sucesso).

Sobre uma possível mudança de gêneros para uma ficção mais adulta, Green não pretende realizar tão cedo. Ele gosta muito de escrever sobre adolescentes para adolescentes, pois acredita que eles sejam personagens muito mais complexos do que os adultos acreditam. Além disso, ele ama sua editora e todas as pessoas envolvidas na publicação dessas histórias! Wolff diz que esse é um dos pontos que mais o interessa nos livros de Green, já que poucas vezes adolescentes são retratados tão bem quanto em seus livros. Além disso, o ator fala que “Cidades de Papel” é seu livro favorito de Green, desde que o leu no set de “A Culpa é das Estrelas“.

Green fala ainda sobre sua cidade natal, a famosa Orlando, na Flórida. Ele diz que a cidade é bem falsa, até mesmo no sentido literal da palavra, já que os parques da Disney são lá, e tudo dentro deles é falso (ele conta que odeia os parques. whuuuuuuuut?). As pessoas costumam passar por Orlando de férias, mas pra ele, era a cidade em que cresceu, ou seja, aquilo era a vida dele e, de acordo com ele, parecia tudo muito falso.

A pré-estreia no Odeon:

Cheguei no Odeon por volta de 18:30h e já me deparei com centenas de fãs loucas (no bom sentido) esperando pelos dois passarem no tapete vermelho. Antes de tudo, gostaria de dizer que como bom estudante de cinema, eu achei o Odeon extremamente lindo, todo iluminado <3. Se você acompanha o Instagram e o Biber do Papo viu os vídeos e fotos que eu mandei mostrando a situação do lugar.

As outras pessoas da imprensa começaram a chegar e depois de algumas horas, fomos designados para o local bem especial no tapete vermelho. Foi estilo bem Hollywood mesmo, com uma fileira de repórteres, onde os (pseudo) famosos passavam antes do ilustre John Green.

E ele foi a celebridade mais simpática com a qual eu já me deparei. Eu não vi UMA pessoa sequer saindo de lá chateado por não ter conseguido pelo menos um autógrafo dele. Inclusive, ele fez questão de autografar primeiro os livros dos fãs e só depois falar com a gente. Por mais que isso tenha feito eu esperar um pouco mais em pé, eu não fiquei nem um pouco chateado, pois sei o que é ser fã!

Quando ele enfim veio falar conosco, foi ainda mais simpático. Falou todas as frases que os repórteres pediam (“Venham assistir Cidades de Papel no Kinoplex” e coisas afim). Quando chegou a minha vez, eu não tinha nem certeza se ele iria parar pra falar comigo, já que eu não tinha nem câmera profissional, nem microfone… Mas ele parou. Minha conversa com ele foi rápida mas foi bacana. Perguntei pra ele sobre uma referência que o filme faz a uma das minhas franquias favorita da cultura pop. Infelizmente, não posso falar que franquia é essa ainda, mas quando eu lançar a review, conto pra vocês. Ele disse que adorou a referência, que não tem no livro, e que foi tudo ideia da atriz que interpreta a Lacey, Halston Sage. Pra você ver, o quanto os artistas também puderam ter influência no roteiro e no filme, em geral. Muito bacana. Ele parecia muito animado e muito agradecido por todos aqueles fãs, como eu o ouvi dizer para outros repórteres.

Foi isso galera. Essa foi minha jornada “Cidade de Papel“. O filme estreia 9 de Julho nos cinemas brasileiros e a minha review chega dia 6 no Papo. Abraços!

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Rihanna prometeu e cumpriu! O clipe de “Bitch Better Have My Money“, um dos mais aguardados de sua nova fase musical, está entre nós e bombando na internet. E não, não foi lançado primeiramente no Tidal. Devemos comemorar?

O teaser lançado há alguns dias já deixava bem claro que a cantora não estava para brincadeira. E sim, era tudo aquilo que esperávamos e mais um pouco. A espera valeu a pena, Rihanna está matadora!

É bem nítido que o videoclipe tem uma pegada de super produção de Hollywood, o que cantoras como Lady Gaga e Madonna vêm fazendo muitíssimo bem há muitos anos (essa última ainda há mais tempo). Com duração de 7 minutos, vemos um “curta metragem” contando a história de uma mulher que ostenta uma vida de luxo, mas não deixa por menos quando precisa se vingar e recuperar o que é seu. Mesmo que para isso precise usar a força física. Tortura? Que nada, gente! Ela é calminha, vai. No elenco, ainda temos o sensacional Mads Mikkelsen, que interpretou o serial killer Hannibal na série homônima que infelizmente foi cancelada. A escolha do ator para o papel, levando em consideração seu atual personagem na televisão, tem tudo a ver com a proposta do clipe. E ficou bem divertido vê-lo do outro lado da situação.

As referências aos filmes dos anos 80 e 90 também estão muito presentes. Até lembrei de produções incríveis, como é o caso de “Os Bons Companheiros“. Quem aí já viu? E claro, não tem como não lembrar de “Kill Bill“, né? A fotografia está IMPECÁVEL, cheio de cores, que até quebra um pouco do clima mais pesado da trama. Sem contar que as locações foram muito bem escolhidas! O que é aquela cena em alto mar?

Que Rihanna bad girl é essa, hein? Ela tá destruidora de verdade e com sangue nos olhos. Coitado de quem tiver devendo dinheiro a essa mulher, hahaha! Outra coisa que não posso deixar de comentar é que a musa de Barbados atingiu um novo patamar em sua carreira e não é mais uma menina. Ela faz clipes como esse porque tem cacife, tem moral e consegue transmitir isso ao seu público. Não dá nem pra comparar com outras cantoras que estão tentando seguir a mesma fórmula mágica de Rihanna. Falta marra!

Veja o clipe:

Isso está mais do que evidente, mas é sempre bom repetir: as mulheres estão no poder e controlam a porra toda. Rihanna é só mais um exemplo de Girl Power que temos na indústria do entretenimento e essa sabe como fazer o show acontecer. Fica ligado com ela, hein!

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