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Acompanhar e escrever (como é o meu caso aqui no blog) sobre cultura pop significa muito mais do que falar sobre filmes, séries de TV, música, livros e quadrinhos. Vai muito além de simples personagens que nos dão entretenimento por algumas horas todos os dias. Acompanhar o universo da cultura pop é acompanhar o dia a dia da nossa sociedade, que é mutável, assim como os nossos super-heróis favoritos, por exemplo.

Não é de hoje que escrevo sobre a importância dos super-heróis para a nossa sociedade. E foi sempre assim, desde a popularização do gênero ainda na década de 30, com o lançamento do Superman (sem contar os outros heróis que estrelavam diversas revistas, mas que não necessariamente estavam vestidos com máscaras e uniformes).

Em 1972, a super-heroína Mulher-Maravilha foi capa de estreia da revista feminista americana “Ms.“. E logo na manchete os editores trataram de passar uma mensagem bastante simbólica: “Mulher-Maravilha para Presidente“. Ora, nada mais justo do que eleger uma personagem tão simbólica para o público feminino como a primeira presidente mulher dos Estados Unidos. Logo mais que era a estreia de uma revista que prometia trazer novos ares ao feminismo e ao que as pessoas entendiam sobre o movimento, inspirando as mulheres norte-americanas.

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E inspiração é a palavra chave para definir a heroína. Quando o seu criador, William Moulton Marston, resolveu trazer a personagem para as páginas de quadrinhos, ele tinha o interesse de criar entre o público jovem e feminino um padrão de feminilidade forte, livre e corajosa. Tudo que uma mulher precisa para ser Presidente, não é?

Os anos se passaram desde o lançamento da revista e, infelizmente, nenhuma mulher conseguiu chegar ao cargo máximo da política dos Estados Unidos. Mas isso pode estar prestes a mudar. A advogada Hillary Clinton é uma forte candidata do partido Democrata para a nova corrida eleitoral e pode vir a tornar-se a primeira presidente mulher do país. E como citei no início do texto, a cultura pop acompanha o dia a dia da nossa sociedade, caminhando de mãos juntas. A Mulher-Maravilha, que representa todas as mulheres do mundo, vai chegar à presidência. Mas não a própria Mulher-Maravilha.

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Eu explico: Lynda Carter, que interpretou a Amazona na série da década de 70, ganhou um papel recorrente na série da “Supergirl” (outra super-heroína da mesma família) e vai interpretar ninguém menos que a Presidente dos Estados Unidos. Isso não é demais?

Mais de 40 anos depois da capa histórica que trazia a Mulher-Maravilha como Presidente e logo agora que Clinton pode finalmente ser eleita ao cargo, a cultura pop nos presenteia com essa participação mais do que especial em uma série que traz uma mulher como protagonista. A cultura pop está diretamente relacionada com a nossa sociedade e pode sim ter o papel de impulsionadora de grandes mudanças. E nós queremos muito mais.

Mulher-Maravilha para presidente! Hillary Clinton para presidente! 

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A Netflix está sempre inovando em suas redes sociais e a equipe brasileira se destaca fácil entre as contas mais criativas da social media. E quando o assunto é estreia de temporada ou até mesmo estreia de uma nova série, eles não medem esforços para apresentar conteúdo de qualidade nesta nossa querida e amada internet.

Os caras sabem muito bem como trabalhar no meio digital, conquistando o público com coisas bem simples, como os memes do dia a dia e até mesmo participações especiais de celebridades que fazem sucesso na web. Quem lembra daquele vídeo da Carla Perez recriando uma cena (ou mais ou menos isso) do filme tosco-brasileiro “Cinderela Baiana“?

Relembre:

E ontem, 15, a Netflix convidou simplesmente a celebridade mais famosas dessa web, conhecida como Inês Brasil. para divulgar a 4ª temporada da série “Orange Is The New Black“. A “panterona” não aparece de fato no vídeo, mas bate um papo rápido e cheio de memes hilários com as detentas de Litchfield.

SEGURA ESSA MARIMBA, MONAMOUR!

Se você também ama “Orange is The New Black“, fica esperto que a nova temporada estreia AMANHÃ no serviço de streaming. E lembre-se: se for pra fazer guerra, não me chama que eu não vou! =)

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Depois do triste acontecimento do último domingo, dia 12, em Orlando, nada melhor do que saber que lá na Inglaterra, a família Real está fazendo história a favor da diversidade. Estou falando especificamente do Príncipe William, aquele que é o terceiro na linha de sucessão do Reino Unido, que estampa a nova capa da revista LGBT “Attitude“. Essa é a primeira vez que um membro da família participa de uma publicação do gênero. Isso não é incrível?

Não é à toa que a própria manchete de capa já manda a real: “Fazendo História“. Não poderia ser diferente, não é mesmo? Acompanhando o título, uma citação nada mais do que justa e pertinente para o momento: “Ninguém deveria ser assediado por sua sexualidade ou qualquer outra razão“. Já podemos amar esse príncipe, gente?

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Mas como surgiu a ideia de fazer a capa? Tudo começou quando William convidou o editor da revista, Matthew Todd, e um grupo de representantes do movimento LGBT para uma conversa sobre casos de bullying, homofobia e transfobia no reino. O encontro aconteceu no dia 12 de maio no Palácio de Kensington, rendendo também uma sessão de fotos para a publicação. As fotos foram feitas por Leigh Keily. Entre suas declarações, William fala sobre denúncias em caso de bullying: “Não tolere isso – converse com um adulto de confiança, um amigo, um professor, com o Childline… ou algum outro serviço (de assistência) para receber a ajuda de que precisa. Você deveria se orgulhar da pessoa que é, e não tem nada de que se envergonhar“, declarou.

Com essa atitude tão humana, o Príncipe consegue colocar em prática o que vem declarando há muito tempo, que é justamente sobre uma monarquia mais moderna. Já queremos agora o Príncipe Harry estrelando outra capa, não é mesmo? Ele também já foi destaque em assuntos envolvendo a comunidade LGBT quando salvou um soldado de seu regimento de uma agressão homofóbica. Exemplo!

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Quando temos um membro da monarquia britânica, que de longe é um dos símbolos mais conservadores do mundo (principalmente levando em conta o perfil do aristocrata inglês), estampando a capa de uma revista LGBT e falando tão abertamente sobre esse assunto, é algo para celebrarmos, principalmente entre aqueles que buscam uma sociedade mais livre e igualitária para todos.

Sabemos que o bullying faz com que jovens LGBTs se sintam inferiores, assustados e deprimidos, os levando para situações de risco, que envolvem tanto a questão da violência, como problemas de saúde – quando entramos aqui com questões como depressão, vício em drogas e comportamento suicida (entre os assuntos debatidos na reunião, foi comentado sobre a morte de um jovem gay após uma overdose acidental). A revista compartilhou dados de uma pesquisa feita no Reino Unido que constatou que 33,9% dos jovens gays tinham feito pelo menos uma tentativa de suicídio em comparação com 17,9% de jovens héteros. Enquanto que 48,1% dos jovens trans haviam tentado suicídio. O estudo também constatou que 57,1% das pessoas gays tinha se auto prejudicado pelo menos uma vez em comparação com os 38,3% dos jovens heterossexuais. 85,2% dos jovens trans tinha se auto prejudicado em oposto aos 47,4% dos héteros.

O editor Matthew Todd também se pronunciou sobre o encontro com o Príncipe e revelou que já conheceu muitos pais que perderam seus filhos devido à homofobia. Para ele, é um avanço saber que o futuro Rei do Reino também concorde que esse tipo de comportamento repressivo contra a comunidade LGBT precisa parar. Arrepiante, não? Um representante da sociedade como o William lutando contra esse tipo de comportamento, que é ainda tão presente no dia a dia dos jovens gays, faz com que tenhamos uma discussão muito grande sobre o assunto. E isso é sempre muito positivo!

Queremos mais nomes como o do Príncipe William fazendo a diferença em nossa sociedade. Certamente o pequeno George e a fofíssima Charlotte – filhos do Príncipe – vão crescer em uma família que coloca sempre o amor e o respeito em primeiro lugar. E é só isso que todos nós queremos!

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Alicia Keys é uma cantora indescritível. Seu talento é reconhecido pelos grandes nomes da música, assim como pela crítica e claro, pelo grande público. É inegável o poder de sua voz. E o quanto ela capricha em seus trabalhos. Mas não é sobre sua música que quero falar hoje. Mas sim sobre suas sardas. Você deve se perguntar: mas que sardas? É, eu pelo menos não sabia que a cantora ostentava lindas sardas em seu rosto. Talvez pela maquiagem pesada ou pelos efeitos da manipulação de imagem. O fato é que o mundo agora conhece suas sardas.

Mas, tá, qual é a importância disso tudo? Posso dizer que é mais um passo para o fim, ou melhor, extermínio (para ser mais forte e preciso) da ditadura da beleza!

Vou explicar: ela não vai mais usar maquiagem, pois quer se sentir livre, sem sofrer pressão por parte de ninguém. Seu empresário vai achar ruim? Paciência! As revistas de beleza não vão aceitar muito bem? Fazer o que, né? O importante é que a Alicia agora se sente empoderada, dona do seu próprio corpo, e claro, das suas sardas. Para divulgar a novidade, ela é capa da revista “Fault” e de cara limpa. Isso não é fantástico? E não foi só isso: para o site Lenny Letter, da igualmente feminista Lena Dunham, escreveu uma carta aberta e explicou porque tomou essa iniciativa.

Todos chegamos em um momento de nossas vidas (especialmente as garotas) onde tentamos ser perfeitos“, comenta a cantora. “Escrevi uma lista de coisas que eu estava cansada. E uma delas foi o quanto as mulheres sofrem lavagem cerebral para ser magra, ou sensual, ou desejável, ou perfeita. Uma das muitas coisas que eu estava cansada era do constante julgamento das mulheres. O constante estereótipo que nos faz sentir que o tamanho normal, não é normal, e Deus nos livre se você for plus size”, desabafa.

Uau! Isso é muito forte, não é?

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Quando falamos de atingir a perfeição estamos nos referindo aos padrões impostos pela sociedade há várias décadas. Se você não segue esse padrão, você está fora da caixa e não tem aceitação social. Permanecer dentro de uma caixa significa perder a liberdade de vestir o que achar bonito, de se comportar da maneira que achar viável e, além de tudo isso, cuidar da aparência do jeito que se sentir bem. Esses padrões estéticos que são estipulados por diversos meios, pode causar consequências sérias na autoestima de uma mulher.

Mas agora eu pergunto: por que não experimentar sair da caixa e viver do jeito que você quiser? Foi essa a decisão de Alicia, que resolveu mostrar ao mundo seu rosto livre de maquiagem e manipulações digitais. E por que isso foi tão importante? Porque a cantora é um nome mundialmente conhecido. Ela está nas capas de revistas e estourando nas paradas mundo afora. Ela, como personalidade da mídia, pode influenciar várias mulheres manipuladas por esse mesmo padrão ditatorial a viverem suas vidas do jeito que quiser. O mais importante é ser fiel aos seus próprios sentimentos.

Afinal, se ela pode, por que você não? Como Alicia já disse uma vez em sua música “Superwoman”:

Por todas as mães que lutam, por dias melhores que virão. Por todas as mulheres sentadas aqui agora que tem que voltar para casa antes do sol se por. Para todas as minhas irmãs. Cantando juntas dizendo: Sim eu vou, sim eu posso.

Obrigado por sua luta, Alicia. O mundo precisa de mais pessoas como você. Nos vemos nos charts, porque agora queremos novos singles.

Downton Abbey | Series Six

We return to the sumptuous setting of Downton Abbey for the sixth and final season of this internationally acclaimed hit drama series. As our time with the Crawleys begins to draw to a close, we see what will finally become of them all. The family and the servants, who work for them, remain inseparably interlinked as they face new challenges and begin forging different paths in a rapidly changing world.

Photographer: Nick Briggs

Quem é viciado em séries de TV com certeza também sonha em ter na estante de casa as coleções completas de suas histórias preferidas. Eu tenho várias (sempre fui colecionador de séries e filmes) e, inclusive, já comentei várias vezes aqui com vocês. É sempre bom guardar com carinho essas séries que tanto amamos, não é?

Hoje trago uma novidade que com certeza vai te deixar babando: para celebrar o encerramento de “Downton Abbey“, a Universal Pictures, que no Brasil é distribuída pela Sony Pictures Home Entertainment, anunciou o lançamento do seriado em uma caixa especial (que na verdade é uma edição DEFINITIVA) com todas as temporadas em DVD, intitulada de “Downton Abbey The Legacy Collection”.

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O box especial chega às lojas já no dia 2 de junho, contendo todos os 52 episódios, incluindo também os especiais de Natal (que são lindos de tão caprichados, né?) e uma lista gigantesca de extras. Para quem estava colecionando temporada por temporada, eles programaram também o lançamento da sexta temporada em DVD e em Blu-ray.

Essa é a arte conceitual da coleção completa:

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Não tem como não se sentir dentro do lar da família Crawley com essa coleção! Já tá dando até saudade da série.

Assista a todas as seis temporadas deste multipremiado seriado, nesta edição especial, contendo todos os altos e baixos, alegrias e tristezas, que os seguidores de Downton Abbey em todo o mundo aprenderam a amar. Apresentando todos os 52 episódios e mais de 5 horas de conteúdo totalmente novo, esta é a coleção definitiva para todos os fãs. Esplendor e romance, desejo e desilusão, escândalos e rumores… Desde os idílicos primeiros anos do século XX, passando pelos transtornos da Primeira Guerra Mundial e seguindo até a ruidosa década de 1920, Downton Abbey conta a história de uma comunidade complexa.

Lar da família Crawley por muitas gerações, é também onde seus criados vivem, planejam, sonham e são ferozmente ciumentos de suas posições como qualquer pessoa. Muitos deles são fiéis à família e comprometidos com o modo de vida de Downton, outros estão em busca de uma vida melhor, ou de amor, ou apenas aventura. A diferença é que eles sabem muitos segredos da família, enquanto a família sabe pouquíssimo dos seus. Apesar de todas as paixões que fervilham sob a superfície, esse é um mundo seguro e estruturado e, à primeira vista, parece que vai durar para sempre. Mal sabem eles, família ou criados, que as mudanças não vão deixar de atingir Downton.

Preço sugerido: R$ 399,99

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Agora partiu para reservar a sua coleção na loja mais próxima!

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Meghan Trainor ficou conhecida em 2014 por exaltar a beleza “acima do peso“, causando polêmica ao elogiar gordinhas e criticar “Barbies”. Mesmo que com algumas contradições, era uma novidade para a indústria fonográfica. Depois de alcançar o patamar de outras cantoras da música pop, ganhar vários prêmios e até mesmo mudar de visual (a cantora emagreceu, mas nada muito radical), ela está de volta com um novo álbum, em uma fase ainda mais confiante e empoderada.

Quem achou que ela criticou os padrões de beleza apenas para conquistar a fama, se decepcionou ao ouvir os primeiros singles deste segundo disco de estúdio. Além de praticar o empoderamento feminino em “No“, Meghan também defende o seu direito de ser quem você quiser, sem ligar para os que os outros vão pensar no single “Me Too“.

E olha que ironia do destino: foi exatamente com o clipe de “Me Too”, que tem essa mensagem super pertinente para a nossa sociedade, que a gravadora de Meghan errou a mão ao exagerar na edição, deixando a cantora muito mais magra do que realmente é. Qual a necessidade disso? Logo após o lançamento do vídeo ontem, 10, os fãs e a própria cantora perceberam os exageros no Photoshop. Em seu perfil do Snapchat, a cantora aproveitou para falar aos fãs que exigiu que o clipe fosse retirado do ar.

Eu deletei o vídeo porque eles me ‘photoshoparam’ demais. Estou cansada disso então vai ficar fora do ar até eles arrumarem”, desabafou. Em uma série de vídeos, ela também comentou sobre sua cintura, que ficou fina demais.

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Na primeira imagem temos a versão editada, no segundo a versão oficial, com menos photoshop.

Ela fez muito bem em chamar atenção para isso. Quantas cantoras, atrizes e modelos não passam pelo mesmo todos os dias? Recentemente, a atriz Kerry Washington, da série “Scandal“, usou as redes sociais para expressar sua indignação com a equipe da revista “Adweek“, que usou tanto Photoshop em suas fotos que a tornou praticamente irreconhecível. A própria Kerry disse que se sentia infeliz por olhar para as fotos e não reconhecer o mesmo rosto que vê todos os dias de frente ao espelho. Deve ser bem complicado passar por algo assim, né? Sabemos que com os atuais padrões impostos pela sociedade, é muito difícil sentir-se bem com o próprio corpo, querer mostrá-lo ao mundo sem amarras. Quem hoje em dia é capaz de assumir seu corpo do jeito que é, sem querer mexer aqui ou ali?

Ao levar esse assunto à mídia e não deixar apenas os fãs questionando o exagero da edição, Meghan compra uma briga que é de todos nós. “Ei, esse é o meu corpo. Por que você não o aceita do jeito que ele é?“Inclusive, em um dos posts no Snapchat, Meghan revelou que estava com uma cintura ótima (independente de como estava, veja que ela aceitou seu corpo, sua cintura) na noite das filmagens e não entende porque eles (os produtores) não gostaram. Ora, muito fácil: Meghan apesar de não ter o mesmo padrão de dois anos atrás, ainda não é uma mulher magra popular de capa de revista. Para eles, a edição era necessária. Mas sabemos que isso não é correto, certo? E alguém como ela comprar briga com isso contribui para a mudança desse pensamento, mesmo que isso leve muito tempo.

Assista ao novo clipe:

O clipe continua super divertido, assim como o original, a diferença é que nesta nova versão temos a Meghan de verdade, sem efeitos especiais. Temos a Meghan que a própria Meghan se vê de frente ao espelho. E temos também coerência por colocar em prática o que se escreve na letra da canção.

O que vocês acharam disso tudo? Vamos conversar!

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